{"id":1931,"date":"2023-01-25T14:56:17","date_gmt":"2023-01-25T17:56:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/?p=1931"},"modified":"2024-07-07T11:30:52","modified_gmt":"2024-07-07T14:30:52","slug":"padronizacao-e-massificacao-da-musica-crista-e-a-desvalorizacao-da-criatividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/2023\/01\/25\/padronizacao-e-massificacao-da-musica-crista-e-a-desvalorizacao-da-criatividade\/","title":{"rendered":"Padroniza\u00e7\u00e3o e massifica\u00e7\u00e3o da m\u00fasica Crist\u00e3 e a desvaloriza\u00e7\u00e3o da criatividade"},"content":{"rendered":"\n<p>Acredito que uma parcela consider&aacute;vel daqueles que vivera nos anos 80 e 90 ir&atilde;o concordar que este foi um dos per&iacute;odos mais criativos para a m&uacute;sica, foi o tempo em que a igreja estava rompendo com o legalismo musical que impedia o uso de certos instrumentos e estilos, tempo que em que surgiram movimentos que permitiram experimentar sons, t&eacute;cnicas e estilos que nos levaram conhecer bandas para os mais variados gostos, e n&atilde;o estou falando apenas fora do ambiente de culto, mas principalmente dentro do ambiente de culto.<\/p>\n\n\n\n<p>Tivemos neste per&iacute;odo o encerramento do ciclo onde os hinos (cantor e harpa crist&atilde;) que para algumas igrejas eram praticamente a segunda b&iacute;blia e a transi&ccedil;&atilde;o das m&uacute;sicas baseadas nos estilos dos anos 50, 60 e 70 que foram deixadas gradualmente de lado para o surgimento da base do louvor moderno, esta evolu&ccedil;&atilde;o nos levou a uma maior diversidade de estilos entre os anos 80 e 90, contudo o final dos anos 90 e d&eacute;cadas seguintes sofreram com a padroniza&ccedil;&atilde;o e ao sufocamento da grande maioria dos estilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Este movimento que n&atilde;o ocorre apenas nas igrejas, mas que atinge todo o cen&aacute;rio musical, desbancando estilos que at&eacute; ent&atilde;o tinham uma presen&ccedil;a constantes em r&aacute;dios e programas de tv. A pr&oacute;pria defini&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica popular nos remete a um estilo ou alguns estilos que fazem parte do gosto geral da popula&ccedil;&atilde;o, em tempos onde passamos dos 7 bilh&otilde;es de pessoas e os algoritmos tendem a sugerir cada vez mais aquilo que voc&ecirc; mais ouviu e para os que est&atilde;o chegando partindo de sugest&otilde;es do gosto mediano, o que vemos &eacute; a concentra&ccedil;&atilde;o em alguns m&uacute;sicos, bandas, m&uacute;sicas e estilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os que querem descobrir algo novo ou provar novos estilos, precisam garimpar as plataformas e criar uma rotina de pesquisa que com o tempo far&aacute; os algoritmos pararem de sugerir o que est&aacute; a maioria da popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; ouvindo.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O padr&atilde;o vende mais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Gravadoras e bandas\/minist&eacute;rios que se preocupam o aspecto financeiro, que precisam manter equipes e obter lucro acabam contribuindo para a massifica&ccedil;&atilde;o dos estilos mais populares, pois arriscar estilos diferentes e m&uacute;sicas fora do padr&atilde;o podem significar um menor engajamento nas redes sociais, pode desagradar parte do seu p&uacute;blico e consequentemente reduzir a possibilidade de ganhos.<\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o &eacute; incomum observarmos novas bandas estudando o que est&aacute; em alta para preparar suas m&uacute;sicas, para aqueles que entram no ramo da m&uacute;sica com anseios de obter o sucesso e reconhecimento massivo a melhor chance de sucesso &eacute; se concentrar naquilo que agrada &agrave; massa, ou seja, o que &eacute; pop.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista dos neg&oacute;cios, n&atilde;o h&aacute; nada de errado nesta abordagem, pois &eacute; o que viabiliza manter est&uacute;dios, produtores e toda a estrutura necess&aacute;ria e com profissionais qualificados, contudo ficam ref&eacute;ns das surpresas, pois com a aus&ecirc;ncia de experimenta&ccedil;&atilde;o de novos estilos cabe aos independentes se aventurar e assumir o risco, algo que as redes sociais tornaram plaus&iacute;vel, algo que antes se tornava quase imposs&iacute;vel e caro, dependendo muito da sorte ou de dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Efeito da padroniza&ccedil;&atilde;o nos cultos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Vi muitos colegas m&uacute;sicos se irritando com os estilos tocados atualmente em igrejas, como se elas fossem o reduto para satisfazer os nossos gostos pessoais, quando na realidade tende a prevalecer o gosto da maioria ou de quem tem o poder. Alguns querendo voltar aos estilos dos anos 90, 80 e 90, quando, na pr&aacute;tica, a maioria das pessoas que est&atilde;o ouvindo nos cultos n&atilde;o gostam ou n&atilde;o preferem esses estilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2021 e 2022 tivemos uma iniciativa do Minist&eacute;rio Morada que fez um belo trabalho revisando e dando uma nova roupagem para c&acirc;nticos antigos, com muita intelig&ecirc;ncia, usando <a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/timbre\/\" target=\"_self\" title=\"Timbre &eacute; o termo utilizado para se referir &agrave; qualidade distintiva de um som, que permite distinguir um som de outro, mesmo quando t&ecirc;m a mesma altura e intensidade. Em outras palavras, o timbre &eacute; o que torna o som de um saxofone diferente do som de uma guitarra, mesmo que ambos estejam tocando a&hellip;\" class=\"encyclopedia\">timbre<\/a>s, riffs, efeitos e estruturas harm&ocirc;nicas mais modernas, o que agravou uma boa parcela do seu p&uacute;blico que at&eacute; ent&atilde;o estava fiel ao estilo <a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/worship\/\" target=\"_self\" title=\"A tradu&ccedil;&atilde;o literal &eacute; adora&ccedil;&atilde;o. Worship &eacute; um termo que se refere a atos de adora&ccedil;&atilde;o e devo&ccedil;&atilde;o a um ser supremo ou divindade. No contexto da religi&atilde;o, worship &eacute; frequentemente usado para se referir a cerim&ocirc;nias ou rituais que celebram e honram um deus ou deidade. No contexto da m&uacute;sica, worship se refere a&hellip;\" class=\"encyclopedia\">worship<\/a>. Vemos iniciativas parecidas em alguns minist&eacute;rios, mas, em geral, acabam fazendo uma nova roupagem velha. <\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o devemos perder o anseio de sair mesmice e fazer um som diferente, mas precisamos entender os novos padr&otilde;es impregnados na mente das massas e explorar a criatividade, ferramentas e todo o potencial que a m&uacute;sica oferece para unir estes anseios pelo diferente e trazer caracter&iacute;sticas que n&atilde;o assustem ou afastem as pessoas que frequentam nossas igrejas.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente de uma banda independente, grupos e minist&eacute;rios voltados para servir nos cultos tem como obriga&ccedil;&atilde;o primeiro auxiliar os frequentadores a ter um culto agrad&aacute;vel a Deus, que os aproxime de Deus. Em segundo plano, se houver a oportunidade de apresentarmos algo novo para a igreja, mas sem causar traumas, podemos trazer novos sons e explorarmos um pouco da criatividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando que &eacute; muito tentador para as lideran&ccedil;as se dar ao luxo de ter uma igreja uniforme, que pensa exatamente do mesmo jeito, que ouve as mesmas coisas e repete tudo sem questionamento, qual l&iacute;der vai querer o incomodo de dar liberdade musical, pois o passo seguinte ser&aacute; arrumar onde e quando estes poder&atilde;o apresentar seus experimentos. Contudo, n&atilde;o podemos esquecer que as pessoas n&atilde;o s&atilde;o iguais, possuem pensamentos, gostos e ideologias diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Tivemos per&iacute;odos em que muitas igrejas ousaram definir que estilos seriam mais ou menos espirituais, quais m&uacute;sicas eram ou n&atilde;o de Deus, embora tenhamos evolu&iacute;do bastante neste tema, n&atilde;o &eacute; incomum ainda ouvirmos pastores esbravejando seus gostos musicais como se fossem uma teologia dos c&eacute;us. S&oacute; tenha cuidado na hora de avaliar o que tenho ponderado aqui, vejo muitos coment&aacute;rios tomando como base sua pouca experi&ecirc;ncia e viv&ecirc;ncia com <a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/outro\/\" target=\"_self\" title='Express&atilde;o usada em VS \/ Multitracks. O termo \"Outro\" &eacute; frequentemente usado pelos regentes de m&uacute;sica para indicar que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao fim. Em geral, o regente usa a palavra \"Outro\" para dar aos m&uacute;sicos uma indica&ccedil;&atilde;o visual de que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao final, e para que eles se preparem para&hellip;' class=\"encyclopedia\">outro<\/a>s minist&eacute;rios e regi&otilde;es, alguns passaram &ldquo;a vida toda&rdquo; em um &uacute;nico minist&eacute;rio, quando muito dois ou tr&ecirc;s muito parecidos, ou seja, o conhecimento e o gosto da pessoa &eacute; limitado as suas experi&ecirc;ncias.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos o desafio de entender e ajudar a igreja a explorar e conhecer os novos estilos, a romper algumas fronteiras e barreiras, mas com todo o cuidado, n&atilde;o queremos criar uma crise aqueles que vem as nossas reuni&otilde;es para se conectarem com Deus e at<a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/rap\/\" target=\"_self\" title='Express&atilde;o usada em VS \/ Multitracks. O termo \"Rap\" se refere a um estilo de m&uacute;sica que surgiu nas comunidades afro-americanas dos EUA na d&eacute;cada de 1970 e que se caracteriza por letras faladas, recitadas ou cantadas sobre uma base instrumental de hip-hop. No contexto de uma m&uacute;sica, o rap &eacute; usado como uma forma&hellip;' class=\"encyclopedia\">rap<\/a>alhar seu culto.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Efeito da padroniza&ccedil;&atilde;o para os m&uacute;sicos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um aspecto negativo desta padroniza&ccedil;&atilde;o &eacute; que as novas gera&ccedil;&otilde;es nascem desprovidas do interesse por explorar todo o potencial, se limitam a tocar o que est&aacute; em alta, o que no cen&aacute;rio atual acaba criando m&uacute;sicos limitados tecnicamente, uma vez que as m&uacute;sicas possuem estruturas simples e arranjos que exigem poucas habilidades t&eacute;cnicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por <a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/outro\/\" target=\"_self\" title='Express&atilde;o usada em VS \/ Multitracks. O termo \"Outro\" &eacute; frequentemente usado pelos regentes de m&uacute;sica para indicar que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao fim. Em geral, o regente usa a palavra \"Outro\" para dar aos m&uacute;sicos uma indica&ccedil;&atilde;o visual de que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao final, e para que eles se preparem para&hellip;' class=\"encyclopedia\">outro<\/a> lado, ter m&uacute;sicas mais f&aacute;ceis possibilita a entrada mais r&aacute;pida de novas pessoas para a m&uacute;sica, contudo sem conhecerem t&eacute;cnicas e mais possibilidades estamos criando uma gera&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sicos limitados e com baixa criatividade.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A massa direciona a massa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A padroniza&ccedil;&atilde;o atingiu todos os lados, passamos a ter um louvor congregacional padr&atilde;o, o louvor pentecostal foi padronizado, o sertanejo gospel acabou padronizado (seguindo a tend&ecirc;ncia do secular), o rock gospel assim como no secular foi colocado em segundo plano com poucos players de sucesso, e a igreja viver um flerte constante com m&uacute;sicas de ostenta&ccedil;&atilde;o ou letras baseada em jarg&otilde;es vulgares, ou de coachs.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb&eacute;m n&atilde;o vou aqui ficar lamentando a morte de alguns grupos, &eacute; comum vermos nos coment&aacute;rios de v&iacute;deos e artigos que falam de estilos musicais pessoas reclamando que bom era mesmo a banda X ou Y. Bom seria se todos os grupos e estilos pudessem ter o mesmo espa&ccedil;o atualmente, n&atilde;o apenas o que eu gosto ou o que voc&ecirc; gosta.<\/p>\n\n\n\n<p>Em partes a culpa desta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; da m&iacute;dia, ou seja, r&aacute;dios, sites e TVs que dominaram at&eacute; o final do s&eacute;culo XX impondo os estilos dominantes (que a maioria gosta) e removendo os demais estilos, se concentrando nos estilos massivos que s&atilde;o mais rent&aacute;veis. N&atilde;o h&aacute; de fato uma preocupa&ccedil;&atilde;o social e intelectual para a m&uacute;sica, o foco s&atilde;o os neg&oacute;cios.<\/p>\n\n\n\n<p>A igreja teve sua parcela de culpa na m&uacute;sica em geral, embora tenha se modernizado ela permaneceu insistindo em escolher um estilo predominante e matando os demais, em especial o estilo que n&atilde;o agrada alguns l&iacute;deres ou influenciadores locais, mas no que diz respeito ao louvor congregacional a igreja tem uma parcela maior de responsabilidade, pois a igreja no que diz respeito a m&uacute;sica ela n&atilde;o &eacute; inclusiva, pelo contr&aacute;rio, a igreja costuma ser bem segregacionista, ao ponto que hoje temos igrejas espec&iacute;ficas para determinados estilos musicais, seguindo o mesmo movimento de bares e baladas, que se especializam em determinados p&uacute;blicos e estilos.<\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; claro que existem exce&ccedil;&otilde;es, mas n&atilde;o vivemos de exce&ccedil;&otilde;es, temos que avaliar o todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Como deixamos a educa&ccedil;&atilde;o musical para a internet, ou seja, quem forma musicalmente a maioria de nossos m&uacute;sicos na atualidade s&atilde;o os algoritmos das plataformas de v&iacute;deo e o streaming de m&uacute;sicas, cada uma em busca da f&oacute;rmula de entregar mais relev&acirc;ncia e aumentar a audi&ecirc;ncia, acabam sempre apresentando conte&uacute;dos onde existe a maior chance de reten&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio (tempo em que a pessoa fica ouvindo ou assistindo), o que, na pr&aacute;tica, acaba oferecendo sempre m&uacute;sicas e estilos parecidos. Como igreja deixamos de ser um lugar que forma m&uacute;sicos dos mais diversos estilos e adotamos o estilo que o algoritmo sugere aos l&iacute;deres da igreja, do minist&eacute;rio e dos m&uacute;sicos (este tamb&eacute;m tem sua parcela de culpa).<\/p>\n\n\n\n<p>A fam&iacute;lia que n&atilde;o aprendeu m&uacute;sica n&atilde;o consegue ensinar m&uacute;sica, as escolas n&atilde;o ensinam e a igreja tamb&eacute;m n&atilde;o ensina, todos querem algo pronto, cabe aos jovens se virar para aprender e &eacute; a&iacute; que entra a internet, que molda as nossas vidas e de nossas igrejas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tem solu&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para o problema de forma geral n&atilde;o tem uma solu&ccedil;&atilde;o f&aacute;cil, seria necess&aacute;rio um investimento para as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es, pois para aqueles que foram impregnados e est&atilde;o em sua zona de conforto &eacute; muito dif&iacute;cil uma mudan&ccedil;a.<\/p>\n\n\n\n<p>No &acirc;mbito da sua comunidade local e de sua banda\/minist&eacute;rio, entendo ser plaus&iacute;vel, por&eacute;m ir&aacute; exigir que as lideran&ccedil;as, cantores e instrumentistas saiam da zona de conforto, pois s&atilde;o necess&aacute;rias muitas conversas, pesquisas, estudos, investimentos e tempo (muito tempo). Ser&aacute; muito dif&iacute;cil se n&atilde;o estiverem dispostos a dedicar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os que n&atilde;o estiverem dispostos a mudar tem a sua frente 3 op&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Desistir<\/li>\n\n\n\n<li>Ficar limitado aos feudos (grupos, patotas), onde todos pensam iguais<\/li>\n\n\n\n<li>Continuar se irritando e irritando aos <a href=\"https:\/\/www.maisqueadoradores.com\/page\/encyclopedia\/outro\/\" target=\"_self\" title='Express&atilde;o usada em VS \/ Multitracks. O termo \"Outro\" &eacute; frequentemente usado pelos regentes de m&uacute;sica para indicar que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao fim. Em geral, o regente usa a palavra \"Outro\" para dar aos m&uacute;sicos uma indica&ccedil;&atilde;o visual de que a m&uacute;sica est&aacute; chegando ao final, e para que eles se preparem para&hellip;' class=\"encyclopedia\">outro<\/a>s<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acredito que uma parcela consider\u00e1vel daqueles que vivera nos anos 80 e 90 ir\u00e3o concordar que este foi um dos per\u00edodos mais criativos para a m\u00fasica, foi o tempo em que a igreja estava rompendo com o legalismo musical que impedia o uso de certos instrumentos e estilos, tempo que em que surgiram movimentos que 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